quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

PRESENTE DE NATAL E ANO NOVO!

Já dizia minha avó, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura!

Neste Natal, minha sobrinha Clarice, com quase 30 anos, fumante inveterada, moradora do Recife, esteve aqui no Rio para me trazer um belo presentão de Natal! Gente, ela parou de fumar!!!!!!!!! E parou mesmo!!! Eu já estava ficando frustrada, queria que mais amigas saíssem dessa, mas em vão! E quando tudo parece perdido, vem essa boa notícia! Mais uma vitoriosa! Viram como é difícil mas não impossível?

Valeu a pena ter ficado doente lá, internada lá e ela acompanhar tudo, que bom, se fosse necessário não me incomodaria de passar por tudo de novo para que a nova geração de minha família se livre desta praga, que matou meu Pai, mas não vai nos matar não!!!!!!!!!!! buuuuuuuuuuu Souza Cruz!

Obrigada, Jesus Cristo, obrigada, Francisco de Assis!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Aceno de Esperan�a.

Aceno de Esperan�a

Porque eu ainda n�o sou adulto mas j� tenho o tamanho de um, sou esquecido ou deixado para tr�s nas listas de Natal, todos os anos.
Os tios s� escolhem as criancinhas e n�s maiores vamos sobrando nas listas, tal qual na fila da Ado��o!

As listas de Natal mostram que as crian�as maiores s�o mesmo preteridas, muito triste realidade, pois essas "crian�as pr�-adolescentes" tanto necessitam de nosso amor e carinho como os pequenos ou at� mais um pouco pois no caso deles, um ingrediente importante a mais se junta a esse presente de Natal, que � a Esperan�a! Um ato de Amor a eles � um "aceno" de Esperan�a, diz a eles que apesar de tudo vale a pena acreditar e lutar para ser um Vencedor em sua vida. Eles que vivem nessa linha t�nue que separa o caminho do Bem e da Educa��o do caminho da perdi��o, das drogas, do "crack", que covardemente permitiram que entrasse no conv�vio f�cil do nosso povo, uma droga que entrou pela porta da frente.

Vamos dar Esperan�a e Apoio a essas crian�as quase jovens, vamos tir�-los dessa lista de espera, mesmo que seja a simples espera de um presente! Vamos escolher tamb�m uma crian�a acima de 10 anos para merecerem um presente e um carinho nosso nesse Natal!

Que Jesus aben�oe a todos.

ditado por Antonio Carlos
16/11/2010 - 08:20 h
(n�o remover esse cr�dito de autoria).

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

DPOC

DPOC (doen�a pulmonar obstrutiva cr�nica) � um espectro de doen�as que inclui a bronquite cr�nica (estreitamento das vias a�reas e paralisa��o da atividade dos c�lios) e o enfisema (danos irrevers�veis nos alv�olos).

O cigarro � respons�vel pela imensa maioria dos casos. A constante exposi��o a elementos irritantes, como poeira, poluentes do ar e vapores qu�micos, tamb�m pode contribuir para o aparecimento da doen�a.

Sintomas

A DPOC � uma doen�a insidiosa de instala��o lenta. Geralmente, o primeiro sintoma � uma discreta falta de ar (dispneia) associada a esfor�os como subir escadas, andar depressa ou praticar atividades esportivas. Com o passar do tempo, a falta de ar vai se tornando mais intensa e � provocada por esfor�os cada vez menores. Nas fases mais avan�adas, a falta de ar se manifesta mesmo com o doente em repouso e agrava-se muito diante das atividades mais corriqueiras. Tosse produtiva e encurtamento da respira��o s�o sintomas que tamb�m podem estar presentes nos quadros de doen�as pulmonares obstrutivas.

Diagn�stico

O diagn�stico baseia-se nos achados do exame f�sico e na hist�ria do paciente. Como os sintomas podem n�o ser indicativos da extens�o do dano respirat�rio, � fundamental realizar um exame chamado espirometria para avaliar a capacidade ventilat�ria pulmonar.

Muitos especialistas recomendam que toda pessoa que fuma h� mais de dez anos fa�a esse exame para que o diagn�stico seja feito nas fases iniciais, quando o dano aos tecidos do sistema respirat�rio ainda n�o se tornou irrevers�vel.

Tratamento

Parar de fumar � a �nica forma de impedir o decl�nio progressivo da fun��o respirat�ria. Chicletes, adesivos de nicotina e drogas antidepressivas como a bupropiona, associados a terap�uticas comportamentais, s�o de grande utilidade para tratamento da depend�ncia de nicotina nos portadores de DPOC.

Drogas broncodilatadoras e os anticolin�rgicos est�o indicados para aliviar os sintomas associados � produ��o e elimina��o das secre��es. Os derivados da cortisona por via inalat�ria podem ser �teis, mas seu uso prolongado pode provocar efeitos indesej�veis.

Diversos estudos demonstraram que, nos casos mais graves, o �nico tratamento m�dico capaz de aumentar a sobrevida dos portadores da doen�a � a oxigenioterapia. T�cnicas fisioter�picas de reabilita��o respirat�ria aumentam a resist�ncia aos esfor�os e melhoram a qualidade de vida, mas aparentemente n�o prolongam a sobrevida.

Recomenda��es

* evite fumar. Dependendo de quanto os pulm�es estejam afetados, parar de fumar pode reduzir, ou mesmo eliminar, os sintomas da bronquite cr�nica e impedir a progress�o do enfisema, embora n�o reverta o processo j� instalado. Os danos aos alv�olos s�o permanentes, por isso os sintomas do enfisema n�o desaparecem;

* n�o se autoengane. Se voc� � fumante, considere que a depend�ncia de nicotina pode lev�-lo a tornar-se dependente dos outros para as tarefas mais insignificantes e corriqueiras;

* fique atento: todos os portadores de DPOC devem receber anualmente uma dose de vacina contra a gripe e outra contra o pneumococo, para evitar que a concomit�ncia de processos infecciosos agrave o quadro respirat�rio;

* saiba que o aumento progressivo da longevidade ocorrido na segunda metade do s�culo XX e o enorme contingente de fumantes colocaram a DPOC entre as cinco enfermidades mais prevalentes nos pa�ses industrializados e em certas regi�es do Brasil.

www.drauziovarella.com.br

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Respire Corretamente e Seja Mais Feliz


Voc� j� parou para prestar aten��o na maneira como respira? Pois a maioria das pessoas respira de forma errada. E isso influi em toda a sua vida pois, afinal, n�o conseguimos ficar 10 minutos sem respirar.
Respirar corretamente e treinar a respira��o podem trazer muitos benef�cios � pessoa, pois , al�m de diminuir a ansiedade, restabelece a calma interior, alivia os sintomas de problemas respirat�rios como bronquite, oxigena o c�rebro, equilibra a circula��o, ajuda a combater pris�o de ventre, ins�nia, cansa�o e massageia os �rg�os internos.
Quando voc� enche o peito de ar, encolhendo a barriga, est� usando apenas a musculatura do t�rax. Esse � o tipo de respira��o de quem est� fazendo um exerc�cio f�sico intenso. E � tamb�m o tipo de respira��o de quem est� sob press�o. O resultado � ac�mulo de ar viciado, pobre em oxig�nio, al�m de tens�o muscular. J� a respira��o diafragm�tica ocorre em situa��es de calma e, muito importante, � capaz de diminuir a rea��o de alarme.

Experimente as seguintes recomenda��es, pratique por poucos minutos ao dia, e confira os resultados! Antes de modificar seu padr�o de respira��o, passe a observa-lo.
Num local calmo, em casa, passe a provocar a respira��o diafragm�tica, da seguinte maneira:
Deitado, coloque uma m�o na barriga, logo acima do umbigo, e a outra no peito.
Inale muito lentamente, procurando fazer de sua barriga um bal�o expandindo-se. A m�o da barriga deve subir e a m�o do t�rax deve se mexer muito pouco. Respire com muita calma, de maneira regular e suave.
Expire muito lentamente, mais ou menos na mesma velocidade que inspirou. Deixe sair todo o ar. Se aguentar, fique um ou dois segundos antes de come�ar um novo ciclo.
� poss�vel que suas primeiras experi�ncias o deixem com alguma tontura. N�o force o organismo, este n�o � um desafio e muito menos uma competi��o. V� devagar e procure se adaptar aos poucos.
Quando estiver dominando a t�cnica voc� conseguir� desencadear a respira��o abdominal quando precisar. Passe a empreg�-la em situa��es de tens�o. Pode ser no meio de uma reuni�o (ningu�m vai notar), meio minuto antes de atender �quele cliente importante, no meio do tr�nsito.
Essa pr�tica � fac�lima e sem querer voc� n�o apenas ir� melhorar dos sintomas, mas tamb�m j� come�a a monitorar as situa��es que o deixam mais tenso.

Clipping todamulher.com.br



quinta-feira, 12 de agosto de 2010

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Sa�de ao Alcance de todos - em Laranjeiras - RJ

Mant�m diversos m�dicos com as especialidades abaixo, que atendem com hora marcada a pessoas com renda comprovada de at� 3 (tr�s) sal�rios m�nimos, ao custo de R$10,00 a R$15,00.

Para aqueles que n�o podem pagar os valores citados anteriormente, ser� feita uma avalia��o com a Assistente Social para ser concedida gratuidade:

www.casadefranciscodeassis.org.br<http://www.casadefranciscodeassis.org.br/>
e-mail:
cfassis@uol.com.brcfassis@uol.com.br>,

a.. Homeopatia - (Crian�as);
b.. Cromoterapia;
c.. Pediatria e Otorrinolaringologia;
d.. Psicologia Infantil;
e.. Pediatria;
f.. Fonoaudiologia - (CRECHE);
g.. Psiquiatria;
h.. Nutricionista;
i.. Psicologia;
j.. Odontologia - Crian�as e Adultos;
k.. Cardiologia;
l.. Ginecologia;
m.. Fisioterapia;
n.. Servi�o Social;
o.. Jur�dico

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Equil�brio



MENSAGEM E TER�O BIZANTINO



MENSAGEM

EQUIL�BRIO

Em tudo � necess�rio equil�brio...

Equil�brio entre:

Ser alegre e n�o extrovertido no sentido negativo...

Ser sincero e n�o machucar...

Ser firme nas id�ias e n�o arrogante...

Ser humilde e n�o submisso...

Ser r�pido e n�o impreciso...

Ser contente e n�o complacente...

Ser despreocupado e n�o descuidado...

Ser amoroso e n�o apegado...

Ser pac�fico e n�o passivo...

Ser disciplinado e n�o r�gido...

Ser flex�vel e n�o frouxo...

Ser comunicativo e n�o exagerado...

Ser obediente e n�o cego...

Ser doce e n�o melado...

Ser mold�vel e n�o tolo...

Ser introspectivo e n�o enclausurado...

Ser determinado e n�o teimoso...

Ser corajoso e n�o agressivo...

Em tudo � necess�rio equil�brio...


Deus nos aben�oe... Evangelize!!!!!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Queremos Respeito!



Toda camisa que tem hist�ria deve ser honrada. Vistamos a do time da cidadania. Vamos juntos!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Cientistas desenvolvem tratamento personalizado para viciados em cigarro

Informa��es gen�ticas e h�bitos dos pacientes definem a terapia mais eficaz.

Os fumantes que querem abandonar o v�cio poder�o ganhar em at� cinco anos um novo tipo de tratamento. Cientistas americanos descobriram que, ao combinar informa��es gen�ticas dessas pessoas com os seus h�bitos, fica mais f�cil prever qual a melhor terapia a ser utilizada em cada paciente.

A pesquisa foi publicada na edi��o de julho do peri�dico Molecular Medicine. Segundo os autores do estudo, Jed Rose, do Centro M�dico da Universidade de Duke, e George Uhl, do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (Nida, da sigla em ingl�s), em tr�s ou cinco anos esse teste pr�tico estar� dispon�vel.

O m�todo consiste em determinar qual o adesivo de nicotina mais indicado para ser usado no tratamento. A partir de uma amostra simples de sangue, os cientistas detectam o n�vel de depend�ncia dos pacientes. Com isso, determinam a dose exata de nicotina que os adesivos devem conter.

De acordo com Rose, isso poder� ser usado por m�dicos para orientar a escolha do tratamento e os adesivos apropriados para cada fumante.

A pesquisa

Foram avaliadas 479 pessoas que fumavam pelo menos 10 cigarros por dia e que tinham a inten��o de parar. Os pacientes foram classificados como de depend�ncia alta ou baixa. Isso determinou se eles iriam usar adesivos com elevadas doses de nicotina ou ent�o os adesivos padr�o, com taxas mais baixas.

Ap�s seis meses de observa��o, Rose e Uhl notaram que as pessoas com alta depend�ncia e uma gen�tica desfavor�vel para largar o cigarro tiveram mais benef�cios quando tratadas com adesivos com altas doses de nicotina. J� as pessoas com baixa depend�ncia se sa�ram melhor com o adesivo padr�o.

- O mapa gen�tico foi usado para prever o sucesso da abstin�ncia de nicotina. No futuro, esse mapa poder� ser usado para decidirmos o tratamento antes de ele come�ar. Atualmente n�o existe um modelo, um guia m�dico, que nos diz qual o tratamento que vai funcionar melhor. � isso o que estamos tentando fazer.


FONTE: PORTAL R7

segunda-feira, 5 de julho de 2010

4/7/2010 - Mais uma crise de DPOC, mesmo sem fumar mais. Gra�as a Deus foi leve!

F�

Vou buscar meu Deus, nem que precise mergulhar em �guas distantes, nem que preciso for mover c�us e terras

estranhas, desbravar as matas, enfrentar perigos angustiantes, lutar sem armas, galgando as mais altas montanhas.

Vou buscar, Senhor, um porto novo e seguro, onde o barco de minha vida ancore com firmeza, onde meus p�s

n�o encontrem caminho impuro e os meus anseios se emoldurem pela natureza.

Vou buscar, Senhor, esta paz t�o almejada, expandindo todo o ser que meu peito habita.

Vou em busca dos sonhos e chegar at� onde meu caminhar permita.

Vencerei as ang�stias de perguntas sem respostas.

Inverterei o rumo que n�o me foi destinado.

Despojado do fardo que pesava em minhas costas, seguirei tranq�ilo ao amanh� t�o esperado!

Levarei Senhor, comigo somente os sonhos e a esperan�a do verdadeiro amor.

Deixarei para tr�s os restos tristonhos de um passado sem vida, sem rumo, sem cor...

Essa F� eu encontro no Senhor Jesus, no nosso Momento de F� e no Colo Aben�oado de Jesus.

Portanto eu tenho coragem de come�ar mais um dia Glorificando a Deus e Evangelizando!!!!!


quinta-feira, 24 de junho de 2010

Benef�cios da Lei Anti fumo

Benef�cios da lei


Melhorar a qualidade de vida e proteger a sa�de dos cidad�os.

Evid�ncias cient�ficas deixam claro: no que diz respeito ao tabagismo passivo e �s doen�as causadas pela Polui��o Tabag�stica Ambiental (PTA), n�o existem n�veis seguros de exposi��o. O �nico meio de proteger a popula��o � com a ado��o de ambientes 100% livres de fumo.

Experi�ncias realizadas internacionalmente demonstram que a implementa��o destes ambientes � vi�vel e possui apoio popular. Os impactos positivos desta a��o s�o sentidos em diversos setores, como na economia, na qualidade de vida da popula��o e, sobretudo, na sa�de p�blica, reduzindo imediatamente o n�mero de hospitaliza��es por ataques card�acos, problemas respirat�rios, s�ndrome coronariana aguda, entre outros.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

O perigo n�o desaparece no ar



Se um dia foi moda pertencer a c�rculos de fumantes, hoje a informa��o est� na boca do povo: respirar fuma�a de cigarro alheio faz mal � sa�de. E n�o � s�. Segundo uma pesquisa publicada pela Academia Nacional de Ci�ncia dos Estados Unidos, fumante passivo n�o � apenas aquele que est� ao lado de quem fuma, mas sim quem frequenta qualquer espa�o em que algu�m tenha fumado. O cigarro deixa no ar uma nicotina residual que dura meses, impregnada em paredes, carpetes, m�veis e utens�lios.

De acordo com o estudo americano, os res�duos da fuma�a provocam uma rea��o qu�mica: o �cido nitroso que est� no ar - vindo da queima de g�s de cozinha, de aquecedores ou do escapamento de carros e caminh�es, entre outros - quando entra em contato com a nicotina gera um tipo de nitrosamina, um composto qu�mico que provoca c�ncer.

Segundo os pesquisadores, fumar do lado de fora ou num quarto ventilado n�o � suficiente para proteger a sa�de daqueles que optam por n�o fumar, j� que a nicotina se prende � roupa e � pele do fumante. Al�m disso, crian�as que brincam no ch�o t�m mais risco de entrar em contato com esses res�duos t�xicos, sendo um grande alvo do fumo passivo. Portanto, independentemente da faixa et�ria ou do n�vel de exposi��o � nicotina residual, aquele que absorve a subst�ncia qu�mica sem perceber � um fumante de terceiro grau.

Fonte: @riosemfumo
http://www.riosemfumo.rj.gov.br