Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. DPOC é uma doença DEVASTADORA que progressivamente prejudica a capacidade de respirar da pessoa. A Organização Mundial de Saúde estima que a DPOC mata mais de 2,75 milhões de pessoas a cada ano. Uma pessoa morre a cada 10 segundos de DPOC. A OMS coloca a DPOC como a quarta maior causa de morte em todo o mundo ao lado da AIDS/HIV e atrás das doenças cardíacas, doenças cérebro vasculares e pneumonia. PQ ESSA DOENÇA NÃO É AMPLA E VEEMENTE DIVULGADA NO BRASIL??
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Aceno de Esperan�a.
Aceno de Esperan�a
Os tios s� escolhem as criancinhas e n�s maiores vamos sobrando nas listas, tal qual na fila da Ado��o!
As listas de Natal mostram que as crian�as maiores s�o mesmo preteridas, muito triste realidade, pois essas "crian�as pr�-adolescentes" tanto necessitam de nosso amor e carinho como os pequenos ou at� mais um pouco pois no caso deles, um ingrediente importante a mais se junta a esse presente de Natal, que � a Esperan�a! Um ato de Amor a eles � um "aceno" de Esperan�a, diz a eles que apesar de tudo vale a pena acreditar e lutar para ser um Vencedor em sua vida. Eles que vivem nessa linha t�nue que separa o caminho do Bem e da Educa��o do caminho da perdi��o, das drogas, do "crack", que covardemente permitiram que entrasse no conv�vio f�cil do nosso povo, uma droga que entrou pela porta da frente.
Vamos dar Esperan�a e Apoio a essas crian�as quase jovens, vamos tir�-los dessa lista de espera, mesmo que seja a simples espera de um presente! Vamos escolher tamb�m uma crian�a acima de 10 anos para merecerem um presente e um carinho nosso nesse Natal!
Que Jesus aben�oe a todos.
ditado por Antonio Carlos
16/11/2010 - 08:20 h
(n�o remover esse cr�dito de autoria).
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
DPOC
DPOC (doen�a pulmonar obstrutiva cr�nica) � um espectro de doen�as que inclui a bronquite cr�nica (estreitamento das vias a�reas e paralisa��o da atividade dos c�lios) e o enfisema (danos irrevers�veis nos alv�olos).
O cigarro � respons�vel pela imensa maioria dos casos. A constante exposi��o a elementos irritantes, como poeira, poluentes do ar e vapores qu�micos, tamb�m pode contribuir para o aparecimento da doen�a.
Sintomas
A DPOC � uma doen�a insidiosa de instala��o lenta. Geralmente, o primeiro sintoma � uma discreta falta de ar (dispneia) associada a esfor�os como subir escadas, andar depressa ou praticar atividades esportivas. Com o passar do tempo, a falta de ar vai se tornando mais intensa e � provocada por esfor�os cada vez menores. Nas fases mais avan�adas, a falta de ar se manifesta mesmo com o doente em repouso e agrava-se muito diante das atividades mais corriqueiras. Tosse produtiva e encurtamento da respira��o s�o sintomas que tamb�m podem estar presentes nos quadros de doen�as pulmonares obstrutivas.
Diagn�stico
O diagn�stico baseia-se nos achados do exame f�sico e na hist�ria do paciente. Como os sintomas podem n�o ser indicativos da extens�o do dano respirat�rio, � fundamental realizar um exame chamado espirometria para avaliar a capacidade ventilat�ria pulmonar.
Muitos especialistas recomendam que toda pessoa que fuma h� mais de dez anos fa�a esse exame para que o diagn�stico seja feito nas fases iniciais, quando o dano aos tecidos do sistema respirat�rio ainda n�o se tornou irrevers�vel.
Tratamento
Parar de fumar � a �nica forma de impedir o decl�nio progressivo da fun��o respirat�ria. Chicletes, adesivos de nicotina e drogas antidepressivas como a bupropiona, associados a terap�uticas comportamentais, s�o de grande utilidade para tratamento da depend�ncia de nicotina nos portadores de DPOC.
Drogas broncodilatadoras e os anticolin�rgicos est�o indicados para aliviar os sintomas associados � produ��o e elimina��o das secre��es. Os derivados da cortisona por via inalat�ria podem ser �teis, mas seu uso prolongado pode provocar efeitos indesej�veis.
Diversos estudos demonstraram que, nos casos mais graves, o �nico tratamento m�dico capaz de aumentar a sobrevida dos portadores da doen�a � a oxigenioterapia. T�cnicas fisioter�picas de reabilita��o respirat�ria aumentam a resist�ncia aos esfor�os e melhoram a qualidade de vida, mas aparentemente n�o prolongam a sobrevida.
Recomenda��es
* evite fumar. Dependendo de quanto os pulm�es estejam afetados, parar de fumar pode reduzir, ou mesmo eliminar, os sintomas da bronquite cr�nica e impedir a progress�o do enfisema, embora n�o reverta o processo j� instalado. Os danos aos alv�olos s�o permanentes, por isso os sintomas do enfisema n�o desaparecem;
* n�o se autoengane. Se voc� � fumante, considere que a depend�ncia de nicotina pode lev�-lo a tornar-se dependente dos outros para as tarefas mais insignificantes e corriqueiras;
* fique atento: todos os portadores de DPOC devem receber anualmente uma dose de vacina contra a gripe e outra contra o pneumococo, para evitar que a concomit�ncia de processos infecciosos agrave o quadro respirat�rio;
* saiba que o aumento progressivo da longevidade ocorrido na segunda metade do s�culo XX e o enorme contingente de fumantes colocaram a DPOC entre as cinco enfermidades mais prevalentes nos pa�ses industrializados e em certas regi�es do Brasil.
www.drauziovarella.com.br
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Respire Corretamente e Seja Mais Feliz
Voc� j� parou para prestar aten��o na maneira como respira? Pois a maioria das pessoas respira de forma errada. E isso influi em toda a sua vida pois, afinal, n�o conseguimos ficar 10 minutos sem respirar.
Respirar corretamente e treinar a respira��o podem trazer muitos benef�cios � pessoa, pois , al�m de diminuir a ansiedade, restabelece a calma interior, alivia os sintomas de problemas respirat�rios como bronquite, oxigena o c�rebro, equilibra a circula��o, ajuda a combater pris�o de ventre, ins�nia, cansa�o e massageia os �rg�os internos.
Quando voc� enche o peito de ar, encolhendo a barriga, est� usando apenas a musculatura do t�rax. Esse � o tipo de respira��o de quem est� fazendo um exerc�cio f�sico intenso. E � tamb�m o tipo de respira��o de quem est� sob press�o. O resultado � ac�mulo de ar viciado, pobre em oxig�nio, al�m de tens�o muscular. J� a respira��o diafragm�tica ocorre em situa��es de calma e, muito importante, � capaz de diminuir a rea��o de alarme.
Experimente as seguintes recomenda��es, pratique por poucos minutos ao dia, e confira os resultados! Antes de modificar seu padr�o de respira��o, passe a observa-lo.
Num local calmo, em casa, passe a provocar a respira��o diafragm�tica, da seguinte maneira:
Deitado, coloque uma m�o na barriga, logo acima do umbigo, e a outra no peito.
Inale muito lentamente, procurando fazer de sua barriga um bal�o expandindo-se. A m�o da barriga deve subir e a m�o do t�rax deve se mexer muito pouco. Respire com muita calma, de maneira regular e suave.
Expire muito lentamente, mais ou menos na mesma velocidade que inspirou. Deixe sair todo o ar. Se aguentar, fique um ou dois segundos antes de come�ar um novo ciclo.
� poss�vel que suas primeiras experi�ncias o deixem com alguma tontura. N�o force o organismo, este n�o � um desafio e muito menos uma competi��o. V� devagar e procure se adaptar aos poucos.
Quando estiver dominando a t�cnica voc� conseguir� desencadear a respira��o abdominal quando precisar. Passe a empreg�-la em situa��es de tens�o. Pode ser no meio de uma reuni�o (ningu�m vai notar), meio minuto antes de atender �quele cliente importante, no meio do tr�nsito.
Essa pr�tica � fac�lima e sem querer voc� n�o apenas ir� melhorar dos sintomas, mas tamb�m j� come�a a monitorar as situa��es que o deixam mais tenso.
Clipping todamulher.com.br
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Nem por vc nem por ningu�m eu me desfa�o dos meus planos,quero xaber bem mais que meus 50 e poucos anos...
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Sa�de ao Alcance de todos - em Laranjeiras - RJ
Mant�m diversos m�dicos com as especialidades abaixo, que atendem com hora marcada a pessoas com renda comprovada de at� 3 (tr�s) sal�rios m�nimos, ao custo de R$10,00 a R$15,00.
Para aqueles que n�o podem pagar os valores citados anteriormente, ser� feita uma avalia��o com a Assistente Social para ser concedida gratuidade:
www.casadefranciscodeassis.org.br<http://www.casadefranciscodeassis.org.br/>
e-mail: cfassis@uol.com.br
a.. Homeopatia - (Crian�as);
b.. Cromoterapia;
c.. Pediatria e Otorrinolaringologia;
d.. Psicologia Infantil;
e.. Pediatria;
f.. Fonoaudiologia - (CRECHE);
g.. Psiquiatria;
h.. Nutricionista;
i.. Psicologia;
j.. Odontologia - Crian�as e Adultos;
k.. Cardiologia;
l.. Ginecologia;
m.. Fisioterapia;
n.. Servi�o Social;
o.. Jur�dico
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Equil�brio
Em tudo � necess�rio equil�brio... Equil�brio entre: Ser alegre e n�o extrovertido no sentido negativo... Ser sincero e n�o machucar... Ser firme nas id�ias e n�o arrogante... Ser humilde e n�o submisso... Ser r�pido e n�o impreciso... Ser contente e n�o complacente... Ser despreocupado e n�o descuidado... Ser amoroso e n�o apegado... Ser pac�fico e n�o passivo... Ser disciplinado e n�o r�gido... Ser flex�vel e n�o frouxo... Ser comunicativo e n�o exagerado... Ser obediente e n�o cego... Ser doce e n�o melado... Ser mold�vel e n�o tolo... Ser introspectivo e n�o enclausurado... Ser determinado e n�o teimoso... Ser corajoso e n�o agressivo... Em tudo � necess�rio equil�brio... Deus nos aben�oe... Evangelize!!!!! |
domingo, 25 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Queremos Respeito!
Toda camisa que tem hist�ria deve ser honrada. Vistamos a do time da cidadania. Vamos juntos!
terça-feira, 6 de julho de 2010
Cientistas desenvolvem tratamento personalizado para viciados em cigarro
Os fumantes que querem abandonar o v�cio poder�o ganhar em at� cinco anos um novo tipo de tratamento. Cientistas americanos descobriram que, ao combinar informa��es gen�ticas dessas pessoas com os seus h�bitos, fica mais f�cil prever qual a melhor terapia a ser utilizada em cada paciente.
A pesquisa foi publicada na edi��o de julho do peri�dico Molecular Medicine. Segundo os autores do estudo, Jed Rose, do Centro M�dico da Universidade de Duke, e George Uhl, do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (Nida, da sigla em ingl�s), em tr�s ou cinco anos esse teste pr�tico estar� dispon�vel.
O m�todo consiste em determinar qual o adesivo de nicotina mais indicado para ser usado no tratamento. A partir de uma amostra simples de sangue, os cientistas detectam o n�vel de depend�ncia dos pacientes. Com isso, determinam a dose exata de nicotina que os adesivos devem conter.
De acordo com Rose, isso poder� ser usado por m�dicos para orientar a escolha do tratamento e os adesivos apropriados para cada fumante.
A pesquisa
Foram avaliadas 479 pessoas que fumavam pelo menos 10 cigarros por dia e que tinham a inten��o de parar. Os pacientes foram classificados como de depend�ncia alta ou baixa. Isso determinou se eles iriam usar adesivos com elevadas doses de nicotina ou ent�o os adesivos padr�o, com taxas mais baixas.
Ap�s seis meses de observa��o, Rose e Uhl notaram que as pessoas com alta depend�ncia e uma gen�tica desfavor�vel para largar o cigarro tiveram mais benef�cios quando tratadas com adesivos com altas doses de nicotina. J� as pessoas com baixa depend�ncia se sa�ram melhor com o adesivo padr�o.- O mapa gen�tico foi usado para prever o sucesso da abstin�ncia de nicotina. No futuro, esse mapa poder� ser usado para decidirmos o tratamento antes de ele come�ar. Atualmente n�o existe um modelo, um guia m�dico, que nos diz qual o tratamento que vai funcionar melhor. � isso o que estamos tentando fazer.
FONTE: PORTAL R7
segunda-feira, 5 de julho de 2010
4/7/2010 - Mais uma crise de DPOC, mesmo sem fumar mais. Gra�as a Deus foi leve!
Vou buscar meu Deus, nem que precise mergulhar em �guas distantes, nem que preciso for mover c�us e terras
estranhas, desbravar as matas, enfrentar perigos angustiantes, lutar sem armas, galgando as mais altas montanhas.
Vou buscar, Senhor, um porto novo e seguro, onde o barco de minha vida ancore com firmeza, onde meus p�s
n�o encontrem caminho impuro e os meus anseios se emoldurem pela natureza.
Vou buscar, Senhor, esta paz t�o almejada, expandindo todo o ser que meu peito habita.
Vou em busca dos sonhos e chegar at� onde meu caminhar permita.
Vencerei as ang�stias de perguntas sem respostas.
Inverterei o rumo que n�o me foi destinado.
Despojado do fardo que pesava em minhas costas, seguirei tranq�ilo ao amanh� t�o esperado!
Levarei Senhor, comigo somente os sonhos e a esperan�a do verdadeiro amor.
Deixarei para tr�s os restos tristonhos de um passado sem vida, sem rumo, sem cor...
Essa F� eu encontro no Senhor Jesus, no nosso Momento de F� e no Colo Aben�oado de Jesus.
Portanto eu tenho coragem de come�ar mais um dia Glorificando a Deus e Evangelizando!!!!!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Benef�cios da Lei Anti fumo
Benef�cios da lei
Melhorar a qualidade de vida e proteger a sa�de dos cidad�os.
Evid�ncias cient�ficas deixam claro: no que diz respeito ao tabagismo passivo e �s doen�as causadas pela Polui��o Tabag�stica Ambiental (PTA), n�o existem n�veis seguros de exposi��o. O �nico meio de proteger a popula��o � com a ado��o de ambientes 100% livres de fumo.
Experi�ncias realizadas internacionalmente demonstram que a implementa��o destes ambientes � vi�vel e possui apoio popular. Os impactos positivos desta a��o s�o sentidos em diversos setores, como na economia, na qualidade de vida da popula��o e, sobretudo, na sa�de p�blica, reduzindo imediatamente o n�mero de hospitaliza��es por ataques card�acos, problemas respirat�rios, s�ndrome coronariana aguda, entre outros.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
O perigo n�o desaparece no ar
Se um dia foi moda pertencer a c�rculos de fumantes, hoje a informa��o est� na boca do povo: respirar fuma�a de cigarro alheio faz mal � sa�de. E n�o � s�. Segundo uma pesquisa publicada pela Academia Nacional de Ci�ncia dos Estados Unidos, fumante passivo n�o � apenas aquele que est� ao lado de quem fuma, mas sim quem frequenta qualquer espa�o em que algu�m tenha fumado. O cigarro deixa no ar uma nicotina residual que dura meses, impregnada em paredes, carpetes, m�veis e utens�lios.
De acordo com o estudo americano, os res�duos da fuma�a provocam uma rea��o qu�mica: o �cido nitroso que est� no ar - vindo da queima de g�s de cozinha, de aquecedores ou do escapamento de carros e caminh�es, entre outros - quando entra em contato com a nicotina gera um tipo de nitrosamina, um composto qu�mico que provoca c�ncer.
Segundo os pesquisadores, fumar do lado de fora ou num quarto ventilado n�o � suficiente para proteger a sa�de daqueles que optam por n�o fumar, j� que a nicotina se prende � roupa e � pele do fumante. Al�m disso, crian�as que brincam no ch�o t�m mais risco de entrar em contato com esses res�duos t�xicos, sendo um grande alvo do fumo passivo. Portanto, independentemente da faixa et�ria ou do n�vel de exposi��o � nicotina residual, aquele que absorve a subst�ncia qu�mica sem perceber � um fumante de terceiro grau.
Fonte: @riosemfumo
http://www.riosemfumo.rj.gov.br
domingo, 20 de junho de 2010
Agora sim, Nasci! 9 meses livre do cigarro!
9 meses livre do cigarro, parece pouco mas � uma eternidade, nunca pensei que conseguiria um dia, largar � o dif�cil, manter-se sem fumar n�o � t�o imposs�vel como parece!
Se vc ainda n�o conseguiu largar esse fedorento assassino, procure um Pneumologista, pe�a ajuda, vc consegue, eu garanto a vc!
Se vc estiver em Recife e quiser ajuda, procure o Dr. Roberto Campelo, no Instituito do Pulm�o do Hospital Real Portugues, ele lhe d� a m�o mesmo, lhe apoia, n�o � daqueles m�dicos que ficam apenas te fazendo sentir mais culpada! Se estiver no Rio, procure a Dra. Maria Tereza Trindade. Lute, viva!
Obrigada � vida, que me deu essa nova chance!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
31/5 - DIA MUNDIAL SEM FUMAR - NO RECIFE
O Dia Mundial sem Fumar est� sendo lembrado hoje no Recife com uma s�rie de a��es para atrair a aten��o da popula��o sobre a epidemia. Nesta segunda-feira, profissionais e usu�rios das unidades de sa�de do Distrito Sanit�rio V, que inclui bairros como Jiqui�, Est�ncia e Areias, receber�o material educativo sobre o controle do tabagismo e onde encontrar tratamento para a depend�ncia na rede municipal de Sa�de.
Est�o inclu�das no calend�rio, palestras, semin�rios em rela��o aos danos causados pelo uso do cigarro, atividades reflexivas e informativas, depoimentos de ex-fumantes e entregas de certificados pela participa��o no encontro. A id�ia � conscientizar a popula��o sobre as doen�as causadas pelo tabagismo e como forma de estimular o tratamento e abandono da depend�ncia qu�mica.
O cigarro � respons�vel pela morte de 200 mil pessoas por ano s� aqui no Brasil. Em todo o mundo, o fumo � respons�vel por 30% das mortes por c�ncer e 90% das mortes por c�ncer de pulm�o.
Da Reda��o do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR